8.5.05

brincadeiras da contra-revolução

Após uma longa ausência motivada por um dedicado trabalho revolucionário entre as massas populares nas fábricas e nos campos da nossa pátria, qual não é a minha surpresa quando vejo que o arqui-inimigo da revolução proletária que dá pelo nome de
timshel, membro da seita da contra-revolução, me presenteou com um questionário pidesco.

Mas, tal como Dimitrov, vou aproveitar este tribunal da contra-revolução para demonstrar a necessidade da revolução proletária.

?Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?

"Um passo em frente dois passos atrás" de Vladimir Ilitch Lenin.

?Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?

Pavel, do livro "A Mãe" de Maximo Gorki.

?Qual foi o último livro que compraste?

"Propaganda e consciência popular" de Noam Chomsky.

?Qual o último livro que leste?

"As lutas operárias contra a carestia de vida em Portugal: a greve geral de Novembro de 1918" de José Pacheco Pereira.

Que livros estás a ler?

"Produtividade do capital, trabalho produtivo e improdutivo", "A Questão Judaica", "Crítica da Filosofia do Direito de Hegel", e "Teses sobre Feuerbach" de Karl Marx.

?Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?

"Manifesto do Partido Comunista" e "Sobre a Comuna" de Karl Marx e Friedrich Engels.

"O Papel do Trabalho na Transformação do Homem em Macaco" de Friedrich Engels.

"Uma Grande Iniciativa" e "O Estado e a Revolução" de Vladimir Ilitch Lenin.

?A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?

Recuso-me a alinhar em mecanismos elitistas. Porquê só três pessoas?

Vou passar este testemunho a:





A Ilha do Dia Antes
A Natureza do Mal
Abrigo de Pastora
Abrupto
Acho Eu
ADeus
Adufe
Africanidades
Aguarela Temperamental
Alandroal
Albergue dos Danados
Alexandre S. Silva
Almocreve das Petas
Amazing Trout Blog
Amicus Ficaria
Amistad
Amor e Ócio
Anarca Constipado
Anjo do Mundo
Cosmorama
Apeirophobia
Apenas Um Pouco Tarde
As Musas Esqueléticas
Asa de Borboleta
Asilo do Obstinado
Através dos Espelhos
Avatares de um Desejo
Azimutes
Bagaceiras & Afins
Babugem
Bar do Moe, nº 133
Barnabé
Beco das Imagens
Bela à Noite
Bia Badaud
Blasfémias
Blog de Esquerda
Blog de Fotografia
Blog de Papel
Blog Suite Blog
Blogame Mucho
Bloggaridades
Bloggete
Blogico
Blogo Social Português
BlogOperatório
Blogue dos Marretas
Bloguí­tica
Blowg
Boémias
Bomba Inteligente
Brasí­lia, eu Vi!
Bricabraque
Cabo Raso
Cacique
Cafeínado
Cartas a Van Gogh
Carvalhadas
Casa das Máquinas
Casa de Solteira
Castelo de Vide
Catalunya@Large
Causa Nossa
Cibertúlia
Classe Média
CLTN
Coluna Vertebral
Como se Fosse uma Baleia
Companhia de Moçambique
Complexidade & Contradição
Contra a Corrente
Contra a Ilusão
ContraFactos & Argumentos
Conversas na Travessa
Coração Selvagem
Corsário das Ilhas
Cravo & Canela
Crí­tica de Música
Crí­tico Musical
Crónicas do Deserto
Crónicas Matinais
Daedalus
De Cabeça para Baixo [Brasil/Japão]
De Canela [Brasil/Japão]
Desactualizado & Desinteressante
Desafeto [Brasil]
Desblogueador de Conversa
Descrédito
Desesperada Esperança
Diário de Lisboa [Portugal/Brasil]
Dias com Árvores
Dias Que Voam
Diotima
Direita [Brasil]
Do Lado de Cá
Drops da Fal [Brasil]
Duas Fridas [Brasil]
Eclético
Elasticidade
Elvis está Morto
Empatia
Ene Coisas
Epicurtas
Escrita Solta
Esmaltes e Jóias
Esperando o Tal Godot...
Esplanar
Esquizóide
Essencial ou Acessório
Estrago da Nação
Estroboscópio
Eu e a Minha Sombra
Eugenia In The Meadow [Brasil]
Exacto
Extravaganza
Fabrício Carpinejar [Brasil]
Faccioso
Farinha-Amparo
Farsantes [Brasil]
FDR [Brasil]
Festa Móvel [Brasil]
Filisteu [Brasil]
Filtro [Brasil]
Fogotabrase
Food-i-do
Fórum Comunitário
Fumaças
Gávea [Portugal-Brasil]
Glória Fácil
Golpes de Vista
Grafolalia [Brasil]
Grande Loja do Queijo Limiano
Guarda-Factos
Guia dos Perplexos
Hauptwege und Nebenwege
Hipatia
Homem a Dias
Homem-Chavão [Brasil]
Hormoniosas [Brasil]
Ideias Soltas
:Ilhas
Impertinências
Imprensa Marrom [Brasil]
Instante Anterior [Brasil]
Interlúdio [Brasil]
InternETC. [Brasil]
Íntima Fraccção
Irreflexões
João Pereira Coutinho
João Tilly
Klepsydra
Lápis de Cor
Laranja Amarga
Legendas & Etcaetera
Leitura do Dia [Brasil]
Leitura Partilhada
Letra Miúda [Brasil]
Letteri Café [Brasil]
Linhas de Esquerda
Little Black Spot
Local & Blogal
Lua
Luminescências
Macacos-Deuses
MaizumPoMonte
Mar Salgado
Margens de Erro
Ma-Schamba [Moçambique]
Mau Humor [Brasil]
Médico Explica Medicina a...
Megeras Magérrimas [Brasil]
Meia Livraria
Memória Inventada
Memória Virtual
Meninas de 30 [Brasil]
Metablogue
Miniscente
Modus Vivendi
Mono & Multi [Brasil]
Montanha Mágica
Moshav [Brasil]
Mostarda
Mothern [Brasil]
Muita Letra
Mulherzices [Brasil]
Murcon
Muro sem Vergonha
Não Discuto [Brasil]
Naufrágios
Nibelunga do Cabelo Duro [Brasil]
No Arame
No Quinto dos Impérios
Nortadas
Notas Verbais
Notícias do Cais
Nove de Copas [Brasil]
Núcleo Duro
O Acidental
O Anacleto
O Ano da Orquídea
O Caderno Lilás... [Brasil]
O Céu Sobre Lisboa
O Cheiro a Torradas...
O Grego Gymnasion
O Quarto do Pulha
O Reaccionário [Brasil]
O Velho da Montanha
O Vilacondense
Odiozinhos de Estimação e Amores...
Ondas
Opiniondesmaker
Os Cronistas [Brasil]
Os Despojos do Dia
Os Dias Úteis
Os Espelhos Velados
Ouriço Cacheiro
Pablog [Brasil]
Para Mim Tanto Faz
Patifaria Total [Brasil]
Pensamentos Desconexos [Brasil]
Periférica
Picuinhices
Placard
Pobo do Norte
Ponto Flutuante [Brasil]
Ponto.Média
Por um Punhado de Pixels [Brasil]
Porto das Pipas
Porto/Lisboa
Portugal dos Pequeninos
Portugalidades
Posto de Escuta
Prazer Inculto
Professorices
Prosa Caótica [Brasil]
Pró-Tensão [Brasil]
PurPrazer
Puxa Palavra
Quando Eu Digo... [Brasil]
Quarta República
Quase Famosos
Quid Rides?
Quinto Poder
Radamanto [Brasil]
Razão das Coisas
Renas & Veados
Respirar o Mesmo Ar
Retalhos da Vovó Edith
Retórica & Persuasão
Rêverie7
Retorta V3
Ricardo Noblat [Brasil]
Rititi
Rotflol
Roubos de Igreja
Rua da Judiaria
Ruialme
Ruínas Circulares [Brasil]
Ruminações Digitais
Sabor a Sal
Saudades de Figueiredo [Brasil]
Se Liga [Brasil]
Segredos de Deméter [Brasil]
Semiramis
Seta Despedida
SG Buíça
Silêncio
Silhuetas
Sixhat Agridoce
Smart Shade of Blue [Brasil]
Sob a Estrela do Norte
Sopa de Pedra
Stand-Up Comedy
Suburbana [Brasil]
Superflumina
Sushi/Leblon [Portugal/Brasil]
Tábua de Marés [Brasil]
Tangerina Doce
Tasca da Cultura
Tempestade Cerebral
Tempo Dual
Tempos que Correm
Terceiro Blogauti [Brasil]
Terras do Nunca
There's Only Alice
Todos os Lugares
Tomar Partido
Touch of Evil
Tradução Simultânea
Tribulândia
Um Bigo Meu
Um Pouco Mais de Azul
Uma Por Dia [Brasil]
Universos Críticos
Vastas Emoções...
Voz do Deserto
Welcome to Elsinore
What do You Represent?

2.10.04

Nem fascismo nem social-fascismo

Eis um exemplo de como os fascistas e os social-fascistas estão unidos na luta contra a vanguarda da classe operária, o Proletário Vermelho.

A sociedade capitalista, detentora dos meios de produção, pretende ter produzido uma democracia. Que raio de democracia é esta em que a liberdade de expressão é a liberdade de expressão dos detentores dos meios de comunicação? Os sociais-fascistas do anacleto, a nova burguesia revisionista, aliaram-se ao grande capital e este deu-lhes hoje as migalhas de uma pequena referência no seu império comunicacional. Os revisionistas do anacleto andam agora a dar ao rabo para agradecer ao seu novo dono.

26.9.04

O pensamento Mieses e o marxismo-leninismo

“Não há uma teoria económica específica para cada país ou região; o que existe é uma teoria económica epistemologicamente correta, que é a que se constrói a partir do estudo da ação humana.”

Núcleo de estudos austríacos do Proletário Vermelho

24.9.04

O Anacleto chega atrasado

Os sociais-fascistas do Anacleto pretendem ser a verdadeira esquerda. Ficam avisados que o partido já foi reconstruído há um ano quando este blogue foi fundado.

Perante estas novas ameaças sociais-fascistas, trotzkistas e revisionistas, a tarefa central do proletariado é consciencializar a classe operária da necessária união com a direita neo-liberal.

Os neo-liberais são amigos do povo. Todos os verdadeiros revolucionários têm o dever de denunciar os ataques soezes que são feitos no anacleto aos neo-liberais. Apelamos daqui ao apoio maciço de todos os blogues verdadeiramente democráticos à luta contra o social-fascismo do Anacleto em defesa das liberdades democráticas.

Pode dizer-se que, com o Proletário Vermelho, operou-se pela primeira vez uma clara demarcação entre uma linha política revolucionária, definida pela aplicação à realidade portuguesa dos princípios teóricos da ideologia marxista-leninista, e a ideologia revisionista e o oportunismo de organizações ditas comunistas como o Anacleto e filhotes pseudo-revolucionários até aí dominantes.

Nas fábricas e nos campos estaremos sempre ao lado dos neo-liberais lendo as obras de Marx, Lenin e Stalin à luz dos ensinamentos de Mieses e Hayek. Por cada neo-liberal caído, um revolucionário se levantará.

Longa vida ao camarada Hayek, grande educador do proletariado mundial.





Um novo inimigo no horizonte da luta proletária - o Anacleto

Camaradas

Após um longo período em que estivemos empenhados nas fábricas e nos campos a reconstruir a vanguarda proletária enquanto no ambito deste blogue lutávamos para escorraçar os inimigos internos que se tinham apoderado do partido, temos o prazer de anunciar às massas que este blogue é de novo a voz da classe operária e do campesinato português. Os inimigos internos foram escorraçados.

Contudo deparamos com um novo inimigo nas fileiras da auto-denominada esquerda. Trata-se de uma organização revisionista e social-fascista que, em nome dos sagrados valores do proletariado, se encontra de facto a colocar a classe operária e o campesinato português a reboque da burguesia revisonista e social-fascista.

Este novo inimigo chama-se Anacleto.

Perante este novo perigo, a estratégia do proletário vermelho é clara: apoiar a burguesia liberal e conservadora na sua luta contra a burguesia revisionista que ameaça os direitos e as liberdades fundamentais. A luta pela liberdade de expressão e pelos valores liberais é, na actual conjuntura da luta de classes em Portugal, o objectivo prioritário do proletariado perante esta nova ameaça social-fascista.

Muitos elementos do povo manifestarão a sua perplexidade perante o facto de apoiarmos posições defendidas igualmente pela burguesia. Convém esclarecer este ponto. O proletariado e o pequeno campesinato encontram-se num momento particularmente difícil na sua luta contra o capitalismo e o imperialismo. O Proletário Vermelho, vanguarda revolucionária do proletariado, tem que adoptar uma estratégia adequada a superar os importantes desafios que a complexidade da situação política actual, tanto ao nível nacional como internacional, implica.

Incumbe, proritáriamente, definir qual o inimigo principal a combater na conjuntura actual. Ora, o inimigo principal, no presente contexto nacional, é, sem dúvida, o revisionismo e o social-fascismo (socialismo nas palavras mas fascismo nos actos) representados fundamentalmente pelo Anacleto. Importa por isso apoiar a burguesia liberal e a burguesia conservadora no sentido de preservar as liberdades ameaçadas pelos revisionistas.

A história nacional e internacional das lutas operárias é rica em ensinamentos. Assim, convém recordar que, em 1939 o camarada Stalin se aliou a Hitler para melhor poder combater o inimigo mais perigoso desse contexto histórico: o imperialismo anglo-americano.

Do mesmo modo, o Partido Comunista de Portugal (Marxista-Leninista) nos tempos em que o camarada Vilar foi seu secretário-geral (partido conhecido como PCP(M-L) do exterior por contraposição ao PCP (M-L) do interior, lacaio das posições revisionistas e social-fascistas) definiu a mesma política nos idos de 1974/1975, política esta coroada de sucesso: o apoio dado ao CDS e ao PPD pelo PCP(M-L) dirigido pelo camarada Vilar permitiu que neste momento estes partidos se encontrem no poder, derrotando o revisionismo que ameaçava impôr uma ditadura social-fascista em Portugal.

A partir destas lições da história das lutas do proletariado é possível neste momento delinear uma estratégia justa na actual situação política:

- em termos nacionais, o proletariado deve aliar-se à burguesia liberal e à burguesia mais conservadora afim de impedir que revisionistas e neo-revisionistas possam ameaçar as liberdades fundamentais; o Proletário Vermelho apoiará os elementos mais credíveis que, na sociedade (blogues Jaquinzinhos e Blasfémias, nomeadamente) e no governo (CDS/PP e neo-liberais), lutam contra o revisionismo disfarçado de socialismo, comunismo, esquerdismo, etc.

- em termos internacionais, o proletariado deve apoiar os EUA contra a burguesia europeia que constitui uma ameaça crescente para os povos do mundo inteiro; anexou recentemente mais umas províncias a Leste da Europa. Mas as ambições expansionistas da burguesia europeia não se ficam por aqui: Turquia, norte de África, já estão igualmente na sua mira. A burguesia europeia, de uma agressividade sem par na história dos povos, visa o domínio do mundo. O proletariado de Portugal lutará sem tréguas contra o imperialismo europeu e não terá quaisquer pruridos em aliar-se aos EUA para impedir este novo imperialismo.

O Proletário Vermelho exige por isso um referendo à Constituição Europeia, essa magna carta do terror hegemónico que ameaça os povos europeus.

Viva a Revolução Proletária!

Operários e Camponeses Unidos Vencerão a Luta Contra o Capitalismo e o Imperialismo!


25.4.04

Abaixo o 25 de Abril! Em frente por uma revolução democrática e popular!

O 25 de Abril foi um golpe de Estado da pequena-burguesia contra-revolucionária que pretendeu adiar a revolução democrática e popular que se encontrava prestes a estalar.

A burguesia, vendo que era impossível conter a revolução, conseguiu num extrordinário golpe de rins, dar a entender às massas populares que os seus interesses passariam a ser defendidos num contexto de democracia burguesa, forma moderna da classe dominante expressar o seu domínio sobre o povo trabalhador.

As manifestações contra esta verdadeira contra-revolução que foi o golpe de estado do 25 de Abril, apoiadas por grande número de organizações e tendências políticas operárias foi a expressão concentrada do conjunto de pequenas lutas que se desenvolveram nas fábricas ou escritórios de todo o país.

Dezenas de milhares de trabalhadores gritaram a sua disposição de barrar o passo às manobras especulatórias do grande capital e à nova burguesia social-fascista e repudiaram as tentativas de todos os que se preparavam para dividir o movimento do proletariado.

Comemorar o 25 de Abril hoje é repudiar a sua natureza contra-revolucionária e lutar na vanguarda das restantes organizações operárias para impôr a nacionalização dos meios de produção.

É necessário dizer claramente que as manifestações de apoio ao 25 de Abril, quando não são uma deliberada ofensiva contra a revolução popular e democrática em curso, são uma expressão das fraquezas introduzidas pelas direcções operárias conciliadoras, fraquezas que podemos resumir em dois aspectos estreitamente relacionados: do movimento do proletariado enquadrado pelas direcções traidoras não saem medidas de luta capazes de impôr a ditadura do proletariado; pior ainda, a força imensa do proletariado mobilizado é apresentada como um simples suporte dos amarelos reformistas e social-fascistas.

A luta explosiva da organização da classe operária irá comprometer os planos de estabilizar a ordem burguesa. É necessário desmascarar aqueles que só procuram consolidar posições burocráticas e confiam para isso no Estado burguês e em quantos o dirigem: por isso apelamos para que seja mantida a mobilização independente de todas as forças operárias numa sólida frente única contra a ofensiva dos capitalistas e revisionistas e contra as suas comemorações da contra-revolução abrilense e do seu golpe de Estado.

Viva a Revolução Democrática e Popular!